10 de janeiro de 2009

AS MÃES MORREM QUANDO QUEREM

(por Alexandre Pelegi)
* * * *
Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.* Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva - foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai. * *Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão. Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão... Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho 'mãe' se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado 'avó'. Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla... Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar... Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida. Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo o terreno da saudade..

3 de janeiro de 2009

Em busca de Soluções:

Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te; você é o reflexo do que pensas diariamente. (Aristóteles).

1 de janeiro de 2009

A letra "P"

Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso:


           Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredi
  E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer:
"O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma"

Fonte:
email que circula na web
autor ignorado.



25 de dezembro de 2008

Para pensar.

Pessoas normais, falam sobre coisas,
Pessoas inteligentes falam sobre idéias,
Pessoas mesquinhas falam sobre pessoas. . .
"Platão".
Em qual voce está ?

Para quem dorme mal.

É isso aí.
Se vc dorme mal e acorda como quem dormiu na gaveta, tenho uma dica boa para você.
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Você sabia que 40% da população brasileira apresenta algum tipo de disturbio do sono?
Pois éh. . .
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Garanto que é coisa séria e muito boa.
Bons lucros.

Nem o "Aurélio" . . .

Bom dia amigos.
Estamos iniciando este blog para trocarmos experiências, informações e tudo ou mais que pintar.
Aceito contribuições de informações variadas, mas vejam lá . . .eihn.
Como o próprio título sugere, éh nenhuma, ou seja, éh nenhuma mesmo, se éh que vc sabe o que isso significa. Acho que nem o "Aurélio" conseguiria explicar seu significado direito.