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14 de junho de 2010

Saiba tudo sobre televisão digital

  

Vamos desvendar todos os mistérios da recém-lançada transmissão digital.


Há quase sessenta anos, quando a televisão chegou pela primeira vez no Brasil, ninguém acreditou que hoje haveria pelo menos uma TV colorida em quase toda casa. Há pouco menos de dois anos, quando foi feita a primeira transmissão de televisão digital, imaginamos também que ela demoraria a se popularizar. Será verdade?


Em ambas as estréias, pouquíssimos telespectadores ficaram do outro lado da telinha para apreciar a novidade. Quando inaugurou a televisão no Brasil, o visionário Assis Chateaubriand comprou cerca de 200 aparelhos e espalhou em vitrines por toda São Paulo, para que o povo pudesse assistir.


Com a chegada da TV digital, a história se repetiu de forma semelhante: os aparelhos compatíveis começaram a ser vendidos poucas semanas antes, com preços proibitivos. Resultado: a televisão digital estreou para pouco mais de mil telespectadores em um evento e nas vitrines e prateleiras de lojas.


O site do Baixaki resolveu entrar a fundo nos mistérios da recém-chegada ao país, a televisão digital. Será que essa tecnologia vai pegar rapidamente? Será que vale a pena comprar um conversor digital? É possível assistir TV digital no computador? A essas e outras dúvidas nós vamos responder, mas vamos por partes, como diz a frase atribuída a Jack, o estripador.


Afinal, o que é a TV digital?
Para começar a brincadeira, vamos especificar o que é exatamente a televisão digital. A primeira diferença da TV digital é a resolução: enquanto a TV analógica trabalha em média com 480 linhas horizontais, a digital trabalha com 1080. Isso significa que cada imagem transmitida terá muito mais pontos compondo-a, e você terá uma qualidade semelhante à que possui no monitor de seu computador.


Só para ter uma idéia, a menor resolução disponível em um monitor de computador é de 640 por 480 pixels, e a resolução que as televisões analógicas realizam é de aproximadamente 512 por 400 pixels.


Ou seja, a comparação é quase impossível, pois mesmo o pior monitor pode ser três vezes melhor do que a televisão, e o melhor pode ter uma qualidade até dez vezes maior.


Quem fica muito tempo trabalhando ou estudando no computador, ao se acostumar com a resolução da imagem no monitor, com certeza pode achar a imagem de uma televisão analógica um tanto menos nítida. De fato, as diferenças de qualidade e resolução são amplas e ficam mais evidentes nas imagens em movimento.
No áudio a diferença também é grande, enquanto a TV analógica trabalhava com um canal (mono) ou dois canais (estéreo) de áudio, a TV digital suporta até seis canais, o Dolby Digital. Outra diferença reside no formato da imagem. O formato, no sistema digital é o widescreen, com a proporção 16:9, semelhante às telas de cinema, diferente do padrão analógico, que funciona na proporção 4:3.


Também pode ser possível, futuramente, graças ao tamanho maior da banda de transmissão, transmitir diferentes programas através de um mesmo canal simultaneamente e informações de interatividade, como guias de programação, dados estatísticos, entre outros. A interatividade será parecida com a que usuários de transmissões digitais pagas já possuem, com alguns recursos a mais.


Quais as vantagens da TV digital?
A primeira vantagem valiosa da transmissão digital é a melhora na qualidade da imagem. Esqueça os chuviscos, fantasmas, chiados e outros problemas, mesmo para quem não possui uma televisão de alta definição, já será possível ter uma qualidade semelhante à de um DVD.


A vantagem do uso de um aparelho Full HD reside na altíssima qualidade para reprodução de discos de Blu-ray e jogos em alta definição.


A melhora na qualidade do som transmitido também dá um salto com o sistema digital, trazendo possibilidade de ter em casa som de cinema. E a melhor parte disso tudo é que você não precisa ter uma televisão na sua casa para ver transmissões digitais. A TV digital pode ser assistida nos celulares e nos computadores, quando devidamente equipados para tal, além de poder ser vista em carros, trens, ônibus, sem perder qualidade por causa do movimento.




Outra grande vantagem, graças à maior largura da banda de transmissão, é a possibilidade de interatividade, permitindo às emissoras obter dados mais precisos de audiência, realização de compra de produtos, enquetes, entre outros. Qualquer pessoa poderá usufruir da interatividade inteiramente se conectar sua televisão ou conversor à rede mundial de computadores.


As emissoras em breve poderão disponibilizar aos telespectadores informações adicionais sobre a programação, como sinopse e ficha técnica do filme sendo apresentado, resumo dos capítulos anteriores de uma novela, informações sobre o time que está jogando, entre outras. Tudo isso direto na televisão, através do conversor embutido ou comprado separadamente.


Definição técnica dos termos:




Atualmente, quando se fala em televisão digital, uma série de termos e siglas surge no meio do assunto, deixando todo mundo meio confuso com as terminologias. Mas fique calmo, vamos explicar o que significa cada termo relacionado ao tema.
 
HDTV: é uma abreviatura para o termo High Definition Television, significa nada mais que televisão em alta definição, que é o principal conceito da televisão digital. A alta definição é de 720 ou 1080 linhas horizontais para as imagens transmitidas e recebidas. Na televisão digital, o áudio também possui alta qualidade, podendo ser transmitido e recebido em seis canais, como nos cinemas e sistemas de home theather.


Aparelhos Full HD: também conhecidos como High Definition TV ou televisão de alta definição, são aparelhos capazes de reproduzir imagens com uma definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Além de serem capazes de reproduzir o sinal digital recebido em alta definição, podem exibir a melhor resolução disponível em DVDs de alta definição, discos Blue-Ray ou HD-DVD.


Conversor set-top box: é o equipamento que deve ser conectado às televisões que não possuem um sintonizador digital, para que o sinal possa ser convertido pelo aparelho. Alguns conversores set-top box possuem integrado um gravador de vídeo digital, que  permite capturar a programação televisiva para ser visualizada posteriormente.


Como a TV digital funciona?
Basicamente, a TV digital funciona de uma forma totalmente diferente de como a televisão analógica funcionava até agora. Enquanto o sistema analógico funciona com a transmissão de cada pixel de imagem através de ondas de rádio, recebidos pela televisão e decodificados para formar as imagens, a TV digital possui uma transmissão semelhante ao trânsito dos dados em computadores.


Todas as vantagens anteriormente citadas, como a possibilidade de interatividade e melhora na qualidade do audio e da imagem se devem à transmissão de dados como nos computadores, ou seja, em binários.


O que está acontecendo, na verdade, é a convergência da tecnologia dos computadores com a televisão, o que já era uma tendência há algum tempo.


Será necessário trocar de televisão?


Ainda não jogue fora sua televisão analógica
Não, não é necessário comprar uma televisão nova para receber o sinal digital. Você pode adquirir um set-top box, o conversor para que sua TV receba o sinal digital, que funciona como um receptor semelhante aos das televisões digitais pagas.
Você deverá conectar o conversor na entrada para DVD ou videocassete de seu aparelho.


Já estão disponíveis no mercado, aparelhos de televisão compatíveis com o sinal em alta definição, as televisões Full HD.
Para que você possa usufruir inteiramente das vantagens da transmissão em alta definição, será necessária uma televisão Full HD com um conversor embutido.
A forma mais simples de usufruir da transmissão digital, adquirindo equipamentos, consiste na compra separada de uma tela com a resolução da TV digital, um conversor e uma antena.


Caso você se dirija a uma loja para comprar uma televisão, notará que existem quatro possibilidades diferentes para adquirir:
Os aparelhos analógicos; os prontos para digital, que trabalham com um sintonizador analógico; os aparelhos prontos para HDTV, que são basicamente monitores de computador, com sintonizadores analógicos ou não e os aparelhos HDTV integrados, que já vem com um sintonizador digital.


Como a tecnologia está em fase de implantação, você pode comprar um 'adquirir, tenha muita cautela.


TV digital no computador
É possível também, assistir à televisão digital em seu computador, basta adquirir um receptor USB para transmissão digital. Enquanto o conversor para televisão pode ser adquirido por em média R$ 500 e a antena por R$ 200, o adaptador USB para computadores fica na casa de R$ 200, sendo o suficiente para a recepção do sinal digital em qualquer computador.
O dispositivo é do tamanho de um pendrive comum e possui uma pequena antena. Quando você comprar um receptor USB para transmissão digital, basta instalar o software que vem com o dispositivo e assistir à transmissão digital de canais abertos sem pagar mais nada por isso.




O tamanho da tela de exibição dos canais digitais não é muito grande, mas a boa qualidade da resolução permite que a tela seja aumentada manualmente sem muita perda nas imagens. Este dispositivo pode ser de grande utilidade para o uso em notebooks, pois você não terá prejuízo na qualdiade da transmissão quando estiver em movimento, por exemplo, como acontecia na televisão analógica.

*Informações retiradas do site oficial da TV Digital Brasileira. Acesse toda a relação de cidades aqui.



Segundo o cronograma da implantação da TV digital no Brasil, todo o país deve estar coberto pela transmissão digital até o ano de 2013, ou seja, todos os canais vão ser transmitidos em sinal digital.


Até lá, esperamos que os aparelhos para conversão e recepção possuam preços mais acessíveis e estejam mais popularizados, para que todos possam usufruir das vantagens que o sinal digital traz.


Enquanto isso, ficamos na expectativa de mais novidades sobre essa grande mudança nas telecomunicações do país. E você, já tem um receptor digital na televisão da sua casa ou no seu computador? Compartilhe aqui conosco suas primeiras impressões sobre a televisão digital e suas experiências!

Fonte:
Baixaki por Giulianna Oliveira Santos

20 de maio de 2010

Vai comprar uma HDTV?

Avalie e considere a melhor escolha.
O 
que levar em conta na hora de adquirir uma nova TV? Foto: Philips.
Saiba quais fatores à pesquisar antes de comprar uma TV de alta definição que se encaixe no seu perfil e no seu bolso.
Ano novo, TV nova. Passado o período de festas de final de ano, muitos consumidores esperam chegar o dia das mães para comprar aquela TV que não coube no orçamento de Natal. O mês de maio, em especial, sempre é propício para encontrar promoções em eletroeletrônicos já que muitas lojas aproveitam a época para queimar o estoque.
Há também os que preferem esperar, uma vez que a partir do mês de março as novas versões dos produtos começam a chegar ao mercado. Em 2010, ao menos no Brasil, há também outro fato marcante no comércio: em ano de Copa do Mundo, historicamente a venda de aparelhos de televisão cresce nesse período.
Mas com tantas opções no mercado, para todos os tipos de bolsos e gostos, o que levar em consideração na hora de escolher sua nova TV?
Preparamos um guia rápido com os principais itens que você deve analisar antes de levar sua nova tela para casa.
Resolução:
 Um dos primeiros itens que você deve levar em consideração é a resolução do seu aparelho. As duas mais comuns disponíveis hoje no mercado são 1080i (1366 x 768) e 1080p (1920 x 1080). Nesse quesito, prefira sempre a segunda, e as razões são de simples explicação.
A diferença de preço de uma resolução para outra, atualmente, é pequena em relação ao custo total do produto. Ainda que o seu perfil de usuário leve em consideração uma TV para a programação convencional ou para DVD – características que não sofrem impacto em uma tela de 1080i – seu aparelho ganha uma sobrevida, caso você migre para Blu-ray ou use a TV para jogos, terá um produto 100% adaptado.
Freqüência:
A taxa de frequência de uma TV determina o quão rápido será a transição de imagens. O processo não é 100% perceptível para o usuário e quanto maior for a taxa de frequência menor ainda será a percepção desse processo.
A TV
 será uma de suas companhias, por isso escolha bem. Foto: Philips.
Durante a CES 2010 foram apresentados modelos com taxas de até 480 Hz. No Brasil, somente agora começamos a receber TVs com taxas de 240 Hz. Porém, entre os produtos mais vendidos, as freqüências mais comuns que você irá encontrar são as de 60 Hz e 120 Hz, e ambas dão conta do recado. Se puder, evite produtos com freqüências menores, defasados em relação aos últimos lançamentos.
Contraste: 
Outro ponto importante é a taxa de contraste. Esse fator determina como será feita a diferenciação entre cores, em especial entre tons escuros e mais claros. Quanto maior a taxa de contraste, melhor será o resultado final da imagem exibida.
Esse fator, inclusive, é ótimo para ilustrar a superioridade das telas LCDs com tecnologia LED, em relação às telas de LCD. Enquanto os modelos LCDs com bom desempenho têm taxa entre 50.000:1 e 100.000:1, as LEDs disponíveis no mercado chegam aos impressionantes 1.000.000:1.
Conexões: 
Pode parecer apenas um detalhe, mas certifique-se de quais conexões o aparelho suporta antes de comprá-lo. Partindo do princípio que todos os modelos mais recentes têm entradas de áudio e vídeo, repare na quantidade de conexões HDMI e se há conexão VGA (suporte para PC).
Verifique as conexões e menus. Foto: AOC.
Os próximos modelos devem começar a circular com entradas HDMI 1.4, mas esta opção ainda está engatinhando por aqui. Conexões para USB e para cartões SD também são dois pontos desejáveis a serem levados em consideração. Na dúvida, opte pelos produtos que atendam a todos os requisitos.
Opções complementares: 
Esta novidade ainda está dando os seus primeiros passos no Brasil, mas durante a CES 2010, uma das tendências dos novos aparelhos é o desempenho como verdadeiros media centers, com Wi-Fi, Bluetooth e acesso à internet.No Brasil, a previsão de chegada destes aparelhos é apenas para o próximo ano e, ainda que estivessem disponíveis hoje, seriam poucos – para não dizer inexistentes – os serviços online específicos, destinados aos consumidores brasileiros.
Tamanho de tela: 
A escolha vai depender muito do tamanho do ambiente em que você planeja instalar o seu aparelho. De nada adianta colocar uma tela de 55 polegadas em uma sala pequena. Você ficará muito próximo à tela e irá perceber de maneira mais acentuada os pixels da imagem.O ideal é comprar um aparelho com tamanho compatível com o seu ambiente. Para uma TV de 32 polegadas, recomenda-se uma distância mínima de 2,44 metros. Ficar muito próximo à tela pode causar problemas na visão – como olhos lacrimejantes, cansaço visual e irritação nos olhos – além de dores de cabeça e dores no pescoço.
Tipo de tela:
Dependerá de quanto você está disposto a gastar e o quanto de qualidade você deseja em sua TV. Os modelos mais comuns são os de Plasma e os LCDs. Ambos ainda irão reinar por alguns anos no mercado brasileiro. No entanto, aos poucos, as LEDs, de maior qualidade, começam a aparecer.
Seu preço, comparado com as demais, ainda é proibitivo, mas a tendência é que o preço diminua. As telas de OLED, AMOLED e mesmo a TV a Laser ainda estão longe de chegar aos lares brasileiros, ao menos nos próximos cinco anos, considerados apenas meros sonhos de consumo, valendo o mesmo para o 3D.
Embora seja a tendência para os futuros lançamentos, está prevista para lançamento no Brasil somente em 2010 e levará ainda mais tempo para conquistar os consumidores.
Estilo: 
Gosto não se discute, e o que é bonito para uns pode não ser para outros. Assim, siga o que o seu bom senso mandar. Porém, repare no posicionamento das caixas acústicas (o posicionamento frontal é o mais indicado) e na disposição dos conectores.

Estilo é uma decisão pessoal. Foto: AOC.
Prefira aparelhos com entradas laterais, além das existentes atrás. Certifique-se também que seja de fácil manuseio, mesmo quando colocada na parede com auxílio de suporte, o acesso às conexões não seja prejudicado.
Conclusão: 
Leve em consideração o preço do produto, pois ele precisa caber no seu orçamento. No entanto vale a pena pesquisar bastante e procurar o aparelho que apresente a melhor relação custo benefício. É importante também observar possíveis itens que já estejam em processo avançado de defasagem.
autor: Wikerson Landim 
Fonte:Baixaki.com

14 de maio de 2010

Media center: TV e computador unidos na sua sala.

Descubra tudo o que ele pode te oferecer.


TV e Internet, duas mídias que caminham cada vez mais juntas. Uma recente pesquisa da Nielsen revela que, nos Estados Unidos, 60 por cento das pessoas que assistem televisão também ficam conectadas à rede, com um olho em cada tela. Então... por que não facilitar a vida dessa turma e unir os 2 equipamentos, TV e computador, em um só? É este o conceito dos media centers.

"Hoje em dia, muito conteúdo da internet é mais compatível com o sofá, com a TV, do que com o desktop do notebook. As vezes, é muito mais interessante você assistir um vídeo do YouTube na TV, do que no desktop e essa tendência faz com que a demanda  por um  media center apareça", explica Vinicius Bastos, Proprietário da Munddo Media Center .

Mas não é só isso. Os media centers são computadores especiais, com alguns elementos que fazem toda a diferença na sala da sua casa. A refrigeração é silenciosa para evitar que o equipamento faça mais barulho que o próprio filme. O design é desenvolvido com mais cuidado para que ele combine com a sua sala. O teclado é sem fio, com um trackpad, para que você consiga mexer no PC mesmo sentado no sofá. E a placa de vídeo permite que o sinal da TV aberta ou mesmo da TV a cabo entrem no PC. Dessa forma, é possível gravar qualquer programa diretamente no disco do seu computador.

Media Center não é um produto barato. O equipamento, sozinho, custa em média 5 mil reais, fora os projetos de áudio, arquitetura e afins. O mais interessante é que tudo isso nada mais é do que a utilização inteligente e bem acabada de aplicativos e produtos que você já deve ter à disposição na sua casa.

A grande maioria das versões do Windows Vista e do Windows 7 trazem este software, o Windows Media Center. Reconhece? É ele que você acabou de ver na tela do equipamento que mostramos. E nada impede que você carregue o seu próprio laptop ou o seu próprio PC até perto da TV e faça a ligação entre os dois, criando assim uma espécie de media center improvisado na sua casa.

Não fica bonito como os outros e muitas vezes você nem vai conseguir a mesma qualidade de som e imagem, mas aqui vai uma dica. Todo laptop ou desktop tem esta saída, a VGA. Os mais novos já têm a saída HDMI. As duas servem para você ligar o PC à TV, e a diferença entre elas é que só a HDMI consegue transferir vídeos em alta definição. Também é possível dar uma melhorada no áudio.

Você pode pegar qualquer caixa de som e plugá-la na saída de fone de ouvido do PC.
Este será o resultado: a imagem e o som do computador ampliados em uma tela grande e em caixas de som mais potentes.

"Na televisão Full HD, você quer ter a imagem Full HD e o computador te dá essa tarefa. A única coisa que você vai precisar é de um teclado, sem fio, pra você poder usar o aparelho no colo", diz Vinicius Bastos.

Gastar uma grana alta e fazer algo bonito ou lançar mão do que já tem em casa e satisfazer a vontade de juntar os 2 equipamentos? Bom... existe no mercado uma terceira solução, que fica no meio do caminho entre as que já mostramos até aqui. É o chamado Media Player. A caixinha é esta aqui, parece um decoder de tv a cabo. Dentro dela, um HD convencional armazena todas as informações de mídia que você quiser: áudio, vídeo ou fotos.


A capacidade pode chegar a até 2 tera, o que é capaz de guardar até 2 mil filmes em alta definição. E você consegue transferir tudo do seu PC para ele via rede wireless. É como se fosse um HD externo acoplado à sua TV, com entrada USB, de vídeo e de cartão de memória. E tem um outro detalhe: ele é capaz de se conectar a serviços de torrent e baixar conteúdo da internet sem a necessidade de um computador. O valor? Por volta dos 1500 reais.


Agora não tem mais desculpa. Se você é um cara conectado, estão aí várias maneiras de fazer com que a sua TV e o seu computador fiquem ainda mais próximos. E logo abaixo dessa matéria, você encontra uma outra matéria que te mostra as possibilidades que as duas mídias, juntas, podem te proporcionar. Tem gente que se especializou, inclusive, em escrever blogs que comentam, ao vivo, filmes, séries e shows na TV! E isso está valendo até dinheiro e muita diversão.

Fonte:
Olhar Digital

26 de julho de 2009

Assista TV diretamente de seu navegador Firefox.

TV Add-on para o Firefox.

Assista TV diretamente de seu navegador Firefox

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