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17 de abril de 2010

Decepção não mata, ensina a viver.



Quem não passa por uma decepção, ou melhor, por várias decepções, na vida? A vida quase nunca é como gostaríamos que fosse, como esperamos, como sonhamos. Muitas vezes, nos decepcionamos com as pessoas, com um amigo, com alguém de quem gostamos. Mas isso não é o fim do mundo. Se alguém a decepcionar, se uma coisa com a qual você sonhou não se realizar, não se deixe abater. Use isso como uma lição para o futuro e, quem sabe, na próxima vez, a decepção não será tão grande.
 
Fonte:
Mais Você - Globo.com

12 de março de 2010

Livro - Eles continuam entre nós.

Zibia Gasparetto 
classificação: Espírita.


"Este livro é o resultado da pesquisa que venho fazendo por meio do meu programa na rádio Mundial. Todos os casos relatados foram enviados pelos ouvintes que os vivenciaram e nos permitiram divulgar seus nomes e endereços", diz Zibia Gasparetto.
 
"É muito bom poder ter certeza de que a vida continua após a morte, que os que partiram desde mundo estão vivendo em outras dimensões do Universo, com os mesmos sentimentos que tinham aqui, interessando-se em nos ajudar, proteger e provar que estão mais vivos do que nunca e que eles continuam entre nós".

Eles continuam entre nós – Zibia Gasparetto

Fonte:
EbookGratis.com

12 de fevereiro de 2010

O Carnaval em duas dimensões.

Era fevereiro. Um bloco carnavalesco avançava pelas ruas da cidade. Cerca de cem integrantes fantasiados cantavam, dançavam, sorriam. O bloco de desencarnados, porém, era muito maior. Aproximadamente quinhentos espíritos acompanhavam o grupo, numa perfeita simbiose.
Em comum entre encarnados e desencarnados, havia o desconhecimento sobre onde acaba a alegria e começa o abuso. Contagiante, o bloco de "vivos" e "mortos" prosseguia.
Um jovem, na casa dos dezesseis anos, observa a folia sentado na sarjeta. Embora nascido em berço de ouro, era desnudo de afeto e subnutrido de educação. Atendendo a ordem de espíritos zombeteiros, um dos integrantes do bloco convida o adolescente a dançar. Oferece-lhe um cigarro recheado com erva alucinógena.
Dança, canta e ri. Não sabe que, mais tarde, seu vício sustentará traficantes, enquanto aproveitadores desencarnados o atirarão em perturbações de conseqüências imprevisíveis.
Mais adiante, outra jovem assiste a turba. . . Leia o texto aqui.
Fonte: EspíritanaNet - autoria: Adriana
texto mantido na íntegra 
Referências: 
Livro 'Vida e Renovação' - Clayton Levy.
Revista Visão Espírita - Março/2000.

2 de novembro de 2009

Dia de Finados - a morte não existe.








O Dia dos Mortos



Na sessão da Sociedade Espírita de Paris de 2 de Novembro,
Charles Nodier responde a algumas questões sobre a morte e o dia de finados:


O que é a vida, depois de tudo?
Uma curtíssima emigração do Espírito sobre a Terra; tempo, entretanto, em que pode amontoar um tesouro de graças ou se preparar para cruéis tormentos.




EspíritanaNet - autora: Adriana
texto mantido na íntegra


Referências:

Texto retirado da Revista Espírita – 1860 / Allan Kardec


28 de outubro de 2009

O sofrimento e seu significado


Para melhor expressar-se, o amor irrompe de formas diferentes, convidando à reflexão em torno dos valores existenciais. Muito do significado que se caracteriza pelo poder — mecanismo dominante da realização do ego — desaparece, quando o amor não está presente, preenchendo o vazio existencial. Essa ânsia de acumular, de dominar, que atormenta enquanto compraz, torna-se uma projeção da insegurança íntima do ser que se mascara de força, escondendo a fragilidade pessoal, em mecanismos escapistas injustificáveis que mais postergam e dificultam a auto-realização.


A perda da tradição é como um puxar do tapete no qual se apoiam os pés de barro do indivíduo que se acreditava como o rei da criação e, subitamente se encontra destituído da força de dominação, ante o desaparecimento de alguns instintos básicos, que vêm sendo substituídos pela razão. O discernimento que conquista é portador de mais vigor do que a brutalidade dos automatismos instintivos, mas somente, a pouco e pouco, é que o inconsciente assimilará essa realidade, que partirá da consciência para os mais recônditos refolhos da psique.


Nesta transformação — a metamorfose que se opera do rastejar no primarismo para a ascese do raciocínio — o sofrimento se manifesta, oferecendo um novo tipo de significado e de propósito para a vida.  Impossível de ser evitado, torna-se imperioso ser compreendido e aceito, porquanto o seu aguilhão produz efeitos correspondentes à forma porque se deva aceitá-lo.

Quando explode, a rebeldia torna-se uma sensação asselvajada, dilaceradora, que mortifica sem submeter, até o momento em que, racionalmente aceito, faz-se instrumento de purificação, estímulo para o progresso, recurso de transformação interior.


Continue lendo aqui.


Fontes: EspíritanaNet

Livro "Amor, Imbatível Amor" (por Joanna de Ângelis - psicografia Divaldo P. Franco).

21 de outubro de 2009

Evoluir e Progredir


Você é um Espírito imortal que temporariamente enverga uma veste de carne.
Já teve infinitas experiências em incontáveis vidas.
Já foi rico e pobre, homem e mulher, saudável e enfermo, a cor de sua pele variou grandemente.
Errou, acertou, errou de novo para acertar com mais propriedade logo depois.
O ato de sua criação perde-se na noite dos tempos.
Entretanto, você se constrói a cada nova experiência.
Embora nem sempre seja feliz em suas escolhas, de cada vida sai mais forte e preparado.
Houve ocasiões em que terminou a trajetória carnal insatisfeito consigo mesmo.
Após cessarem as ilusões da matéria, compreendeu que poderia ter utilizado melhor seu tempo e seus recursos.
Mas também já atravessou vidas sofridas, nas quais resgatou graves débitos e fez importantes aprendizados.
A Lei do Progresso é um imperativo universal.
Ela impede que um Espírito perca virtudes e inteligência.
É possível nascer em situações mais complicadas e sucumbir a tentações.
Continue lendo aqui.
Fontes:
EspiritanaNet
Fraternidade Francisco de Assis
Momento Espírita
 
Bibliografia:
Grupo de Estudos de Psicografia da Frat. Francisco de Assis - Em 06/07/2009
Livro "Coragem" cap. 30 - André Luiz / Chico Xavier

9 de outubro de 2009

A história de Julio - parte final



Ter um filho deficiente mental pode parecer sofrimento a muitas pessoas. Creio que é trabalhoso. Mas para muitos pais não é uma coisa nem outra. É estar perto daquele que amam. Encontrei muitos que agiram, agem como os pais de Júlio. Que amam tanto o espírito que necessita desse aprendizado que reencarnam para ajudá-lo, fortalecendo os laços desse afeto verdadeiro.
O personagem deste capítulo teve uma paralisia. É o nome que se dá a uma sequela de doença neurológica. Pode ser paralisia total ou parcial, com ou sem outros distúrbios de fala, audição, visão etc. A causa pode ser trauma de parto, congênito ou genético.
Vimos na história real de Júlio uma infeliz reação das muitas que podem acontecer aos que abusam do corpo perfeito, danificando-o com tóxicos, envenenando até seu perispírito, gerando muito sofrimento.
Há tempos atrás, quando Júlio em sua encarnação anterior desencarnou pelas drogas, elas não eram tão influentes como hoje. Tenho visto muitos imprudentes se viciarem, comprometendo-se muito espiritualmente. Os tóxicos existem, e ai de quem deles abusar.

Leia também:
A história de Julio - parte 2.
A história de Julio - parte 1.

8 de outubro de 2009

A História de Julio - parte 2



Na minha encarnação anterior tive por pais os mesmos espíritos que o foram nesta última.

Eles formavam uma família feliz. Meus pais, casados há anos, viviam harmoniosamente, tinham duas filhas casadas e netos, quando mamãe engravidou. Embora surpresos, achando-se velhos, me receberam como presente de Deus. Foram excelentes pais, me amaram, cuidaram de mim, me educaram, dando ótimos exemplos. Cresci forte, sadio e inteligente.


Espírito inquieto, não dei valor a nada que recebia. Achava meus pais velhos, "caretas" e me envergonhava deles. Era respondão, às vezes bruto com eles. Achava que me enchiam.
Estudava numa universidade e comecei a consumir drogas. Não tinha motivos como desculpas. Não existem motivos para entrar no vício, mas alguns viciados arriscam algum fator para se justificar. Quis sensações novas e achei que nunca ia me tornar dependente delas. 


Das leves às pesadas, me viciei, porém achava que as largaria quando quisesse. Comecei a gastar mais dinheiro e mentia aos meus pais, dizendo que era para o estudo. Não desconfiavam e me davam, privando-se até de remédios.
Foi então que ocorreu o acidente. Numa viagem de fim de semana, meus pais desencarnaram juntos num acidente de trem.


Senti a falta deles, mais ainda do que eles faziam por mim. Não quis morar com minhas irmãs, fiquei sozinho na nossa casa. Formei-me dois meses depois e arrumei um emprego. Mas passei a me drogar cada vez mais. E agora não escondia e as usava em casa.
- Júlio, por favor, pare com isso! Pense em nossos pais! — diziam minhas irmãs, preocupadas.
- Não sou um viciado! Uso-as porque quero e paro quando quiser — respondia rudemente.
Minhas irmãs, cunhados e até sobrinhos, ao saberem, tentaram me ajudar. Passei a ser violento, não aceitei a intromissão deles.


Fonte:
Nossos agradecimentos ao site
EspíritanaNet
que nos enriquece com seus temas sempre tão atuais.

Artigos relacionados:
A história de Julio - parte 1
A História de Julio - parte final.


23 de setembro de 2009

Vencendo a Depressão.



Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.
Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.
Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.

Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.
Tente contato de pessoas em que a conversação lhe melhore o clima espiritual.
Procure um ambiente em que lhe seja possível ouvir palavras e instruções que enobreçam os pensamentos.

Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.
Fontes:
Livro Busca e Acharás por André Luiz e Chico Xavier.

15 de setembro de 2009

Entre o Suicídio e Eutanásia.





Aguardávamos com ansiedade os fins de semana, ou melhor dizendo, as sextas-feiras para irmos a Uberaba, o que acontecia a cada quinze dias, para visitar e buscar lições de vida do querido médium Chico Xavier.

A aglomeração de imediato se fazia sobre ele. Todos queriam abraçá-lo, mas em seguida havia uma alma bondosa, um jovem que, com educação, pedia a todos que fizessem fila para ordenar os cumprimentos. E Chico sempre surpreendia aos presentes, pois muitas vezes ele, erguendo a cabeça, chamava uns e outros pelo nome, o que deixava as pessoas perplexas, porque em muitas ocasiões ouvíamos as pessoas dizerem: "Como ele me chama, se eu nunca estive aqui?!..." E era sempre assim.

Surpresas nas colocações que ele fazia em torno de acontecimentos da vida daquelas muitas pessoas que ali se encontravam, que nem abriam a boca e recebiam o conforto que vinham buscar; e Chico, para manter um ambiente espiritual favorável aos benfeitores daquela casa, levantava conversações que eram verdadeiras elucidações doutrinárias.

Houve uma ocasião em que o assunto ali mencionado era sobre o suicídio ou mortes prematuras. Todos opinávamos e ouvíamos a conclusão feita pelas sábias palavras do médium, quando um vozerio tomou conta do local.

Era a chegada de uma ambulância, que logo após deu lugar a um enfermeiro descendo uma maca acompanhada por um médico. Abriu-se de imediato a passagem, e todos vimos a paciente sendo conduzida até a presença de Chico. O que nos impressionou era ver . . . leia mais.


Fontes:
- Espirinauta..

- espiritananet.

12 de julho de 2009

Nem sempre a notícia vem...

Caros irmãos! Estou aqui para tentar esclarecer alguns pontos.


Muitos andam em busca de notícias dos entes amados que já não se encontram mais entre vós e sim entre nós. Muitos colocam toda a sua fé numa linha que seja e que os façam reconhecer o ser amado.


Mas, nem sempre ela vem. Nem sempre temos notícias de quem se foi. E isso depende muito de vários fatores. Depende de merecimento, de condições psíquicas, de condições de saber como lidar com esta notícia.


Muitos procuram sem jamais encontrá-la. Pois, por algum motivo que não nos é revelado, não nos é permitido acesso a tais revelações. Será que todos estariam em condições de saber a verdade? "Notícias que farão bem a uns, não seriam bem interpretadas por outros".

saiba mais > > >

Fonte: Partida e Chegada.

 

11 de julho de 2009

Sobre mensagens de espíritos familiares.

A Doutrina Espírita, através de estudos experimentais, esclareceu a respeito da comunicabilidade entre o Mundo Material e o Mundo Espiritual, elucidando o quanto este fenômeno é comum e natural, demonstrando que o intercâmbio sempre aconteceu em todas as épocas da humanidade e em todas as civilizações.

À época da Codificação, a evocação de Espíritos era uma prática muito freqüente, sendo utilizada por Allan Kardec para estudos diversos. Em algumas oportunidades, antigos membros da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas foram evocados e relataram sua situação no além-túmulo.

É bem verdade que diante da dor causada pela desencarnação de um ente querido, os Espíritos separados - encarnados e desencarnados - sentem saudade e a necessidade do reencontro, o que é plenamente possível.

Vejamos valiosa lição deixada por Chico Xavier neste sentido:

Fontes:

Site OSGEFIC

Site Espírita na Net

leia mais sobre -> -> ->

8 de julho de 2009

Para quem espera notícias minhas.

"Boa noite a todos, meu nome é Vitor.
Venho a pedido da minha mãe. Ela quer notícias minhas para, talvez, se sentir mais aliviada. Acho que ela, como toda mãe, se sente responsável pelo meu desencarne. Tive sérios problemas de respiração e, quando menos se esperava, as coisas pioraram e eu morri. Nem foi muito novidade para mim. Acho que eu até já esperava, apesar de ter apenas quinze anos. Mas meus pais (minha mãe) se desesperou. Fez perguntas, tentou saber o porquê, mas quem somos nós pra querer saber ou que Deus nos dê satisfação de seus atos, não é mesmo!?

Pois é... Eu morri, mas pra mim não foi difícil. Minha mãe tomou outros caminhos e graças a uma amiga, começou a ler e perceber que a morte não existe. Hoje ela é mais tranqüila, mas ainda quer notícias pra ter certeza de que estou bem . Mamãe Elaine — ou Eliana (nota do transcrevente) —, eu estou bem e feliz. Meu tempo por aí terminou e talvez, o bom de tudo isso tenha sido você perceber que a vida continua.

Sei que pensa em mim e tenta não ficar me chamando. Que sente minha falta, mas agradece a Deus pelo tempo que estivemos juntos. Eu te amo e sempre te amei. Vou te esperar, porque nossa vida vem de outras... e meu amor por você não é pequeno, nem de agora. Sei que quando você ouve uma música que eu gostava se lembra e tenta não chorar. Não faça isso. Chore se tiver vontade. Só não blasfeme como muita gente faz.

Choro é normal naqueles que perdem um ente querido. Viva, dedique-se, ajude e tente compreender que estaremos juntos. Nosso senhor ensina que devemos praticar a caridade. Pratique e continue ajudando outras mães que não têm o mesmo conhecimento seu. Eu estou bem, estudo (como sempre gostei de fazer) e continuo fazendo tudo certinho como você sempre se orgulhou.

Minha vó me ajuda nas lições como você fazia, lembra ! Aqui é lindo. Te amo muito e agradeço a oportunidade que me foi dada para conversar com você. Pena meu pai estar longe de você. Te amo. Que Deus permita minha visita a você sempre. Beijos."

Assinado: Vitor

Data: Maio de 2007 Sorocaba/SP
Médium: S.A.O.G.